Institucional
Apresentação
O Barometro da Lusofonia® – Cultura, sociedade e instituições nos países de língua portuguesa é o primeiro estudo comparativo, longitudinal e bienal voltado ao universo lusófono. A partir da escuta direta das populações, o Barometro produz dados inéditos sobre vida cotidiana, democracia, intercâmbios culturais e expectativas de cooperação entre os países que têm o português como língua oficial.
O Barometro emerge como um projeto transnacional, cuja identidade incorpora a diversidade linguística dos países envolvidos. O nome expressa esse contexto: durante sua concepção, discutiu-se a padronização da grafia, uma vez que, no espaço lusófono, a palavra apresenta variações ortográficas conforme os usos nacionais. Diante do caráter internacional da iniciativa, optou-se pela forma sem acento, entendida como neutra e compartilhável, reafirmando o compromisso do projeto com a pluralidade do universo pesquisado.
Visão e impacto
O Barometro da Lusofonia nasce para preencher uma lacuna histórica: a ausência de um instrumento sistemático e comparativo de opinião pública sobre os países de língua portuguesa. Inspirado em experiências internacionais consolidadas, o estudo busca transformar afinidades históricas e culturais em conhecimento aplicado, capaz de informar decisões, promover cooperação e ampliar o entendimento mútuo entre as nações dessa Comunidade.
Missão
Produzir indicadores consistentes, comparáveis e contínuos, fornecendo subsídios para que políticas públicas, estratégias econômicas, ações culturais e decisões institucionais se apoiem em evidências empíricas qualificadas.
Contexto da Lusofonia
A Comunidade Lusófona reúne países distribuídos por quatro continentes, sem fronteiras territoriais contíguas, conectados pela história e pelo compartilhamento da língua portuguesa. O Barometro da Lusofonia observa esse universo a partir da perspectiva dos cidadãos, dando lugar tanto a convergências quanto a especificidades entre os países.
O que o Barometro investiga
- Vida pessoal e situação do país;
- Valores e atitudes;
- Fontes de informação e fake news;
- Voto e democracia;
- Conhecimento, interesse e intercâmbio cultural entre os países lusófonos;
- Percepções sobre a CPLP.